O inferno astral do UBER continua. Não foi suficiente seu criador e maior acionista renunciar à presidência. Em maiores ou menores proporções a empresa (?) ou, aplicativo (?) envolvidos em centenas de processos no mundo inteiro.

Ontem, uma segunda flechada no mesmo lugar do coração do UBER e confirmando sentença anterior. Tribunal de Justiça do Reino Unido sacramentou: UBER É EMPRESA E QUEM DIRIGE PARA O “SUPOSTO” APLICATIVO É EMPREGADO, NEM PARCEIRO NEM ADERENTE…

Isso posto, caracterizado VÍNCULO TRABALHISTA… E os processos pipocarão na Justiça de todo o mundo… inclusive na caquética e lamentável Justiça do Trabalho do Brasil.

Que jamais deveria ter existindo.