DIÁRIO DE UM CONSULTOR DE EMPRESAS
23 NOVEMBRO 2018. Madia.
A VAZANTE DOS TEATROS. E a volta da tesoura. Não a da censura política. A econômica, mesmo. Mutilando ou compactando textos para tentar preservar em seus lugares os poucos e sobreviventes frequentadores. Em peças com mais de duas horas parcela expressiva do público sai no intervalo para um suposto café e não retorna mais. E ao voltarem para o segundo ato o susto dos atores diante de tantas cadeiras vazias…